A defesa de Thiago de Assis Mathar, segundo réu julgado pelos atos golpistas de 8 de janeiro, defendeu hoje (14) a absolviçãopelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Thiago é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cinco crimes: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
O réu estava no Palácio do Planalto, onde foi preso pela Polícia Militar. Ele continua preso no presídio da Papuda, no Distrito Federal.
Segundo o advogado Hery Waldir,Thiago estava se "manifestando pacificamente". Pela versão do defensor, ele não participou da depredação do Palácio eentrou no prédio para “se abrigar”.
“Ele não queria vir para fazer bandalheira. Quem imaginou que fosse acontecer isso no dia 8 de janeiro. Existem bandidos que depredaram o patrimônio público, mas não podem ser todos colocados no mesmo balaio”, afirmou a defesa.
Após a manifestação do defensor, o julgamento prossegue para a tomada de votos dos ministros. Alexandre de Moraes, relator do processo, é o primeiro a votar.
O ministro rebateu as falas do defensor e afirmou que Hery fez um “discurso para postar nas redes sociais”.
“É patético e medíocre que um advogado suba à tribunal do STF com discurso de ódio e para postar nas redes sociais. Talvez para ser vereador nas eleições do ano que vem”, afirmou Moraes.
Justiça Mendonça propõe tese para julgamento sobre deep fake no TSE
Justiça STF valida proibição de devedor contumaz pedir recuperação judicial
Justiça Justiça do Rio decreta falência da Oi pela segunda vez
Justiça Justiça preserva direito de idosos a passagens interestaduais
Justiça Medidas protetivas para mulheres crescem 43% no estado do Rio Mín. 15° Máx. 20°