Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon), em conjunto com técnicos do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio), promoveram ação de fiscalização em um abatedouro clandestino de porcos, no bairro Bangu, zona oeste do Rio. Uma equipe de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) também participou da operação. Mais de 5 toneladas de carne de porco e miúdos foram descartados.
No abatedouro, os agentes constataram condições insalubres durante todo o processo de criação, abate e conservação da carne suína. Os porcos eram criados expostos a esgoto a céu aberto, lixo e carcaças de outros animais mortos. Eram alimentados exclusivamente com comida estragada, e muitos se mostravam enfraquecidos e doentes.
De acordo com os policiais, o ambiente onde os animais eram abatidos estava muito sujo, tomado por larvas de mosca. Não havia câmara frigorífica no local e a carne suína era estocada em um quarto úmido, sem refrigeração e exposta a germes.
O abatedouro não tinha licença sanitária para funcionamento e foi interditado pela Vigilância Sanitária. O responsável pelo local foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante pela prática de crime contra as relações de consumo.
São Paulo Entenda a nova ferramenta da USP que usa desemprego para detectar recessões
São Paulo Defesa Civil emite alertas para chuva forte com raios, ventos e possibilidade de granizo na Grande São Paulo
Geral Região Sul tem risco de temporal e granizo; outras regiões têm calor
São Paulo Como as borboletas dão alerta sobre os efeitos do aquecimento global
São Paulo Temperatura se mantém elevada neste domingo (30) e aumenta risco de incêndio em várias regiões do estado, alerta Defesa Civil de SP
São Paulo Além da aparência: veja por que glúteos são importantes para o envelhecimento com autonomia Mín. 20° Máx. 33°