O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que calcula a variação de preços dos produtos na saída da fábrica, registrou deflação (queda de preços) de 1,96% em setembro. A queda, no entanto, foi mais moderada do que em agosto, quando o IPP teve deflação de 3,04%.
Segundo dados divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula taxas de inflação de 5,87% no ano e de 9,76% em 12 meses.
Em setembro, 11 das 24 atividades pesquisadas tiveram deflação. Os principais impactos vieram do refino de petróleo e biocombustíveis (-6,79%), outros produtos químicos (-6,20%), alimentos (-1,13%) e metalurgia (-3,77%).
Por outro lado, 13 atividades tiveram inflação, com destaque para fumo (3,62%) e vestuário (3,50%).
Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a principal queda de preços veio dos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-2,42%). Também tiveram deflação os bens de consumo semi e não duráveis (-2,01%).
Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram inflação de 0,48%, enquanto os preços dos bens de consumo duráveis subiram 0,19%.
Economia Programa de renegociação de dívidas termina nesta segunda-feira
Economia Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro
Economia Crescimento populacional caiu para 0,37% em 2026, estima IBGE
Economia Brasil cria 58,5 mil postos de trabalho em julho, aponta Caged
Economia Governo sanciona lei que permite reduzir tributos sobre combustíveis
Economia Transparência salarial: empregadores devem atualizar dados até segunda
Economia Apesar de liminar, Camex prorroga imposto sobre exportação de petróleo Economia Conselho eleva limite de remuneração do Eco Invest Brasil Custo total dos recursos dos fundos poderá chegar a 4% ao ano Mín. 23° Máx. 33°