A prefeitura do Rio inaugurou hoje (26) a Casa da Mulher Carioca Elza Soares, na Vila Olímpica Mestre André, em Padre Miguel, na zona oeste da capital fluminense. O espaço vai oferecer cursos e oficinas de capacitação gratuitos, além de atendimento psicológico e orientação jurídica para mulheres em situação de violência doméstica.
Esta é a terceira Casa da Mulher Carioca, a segunda na zona oeste. A escolha do local tem como objetivo aumentar a oferta de atendimento na região, que apresenta os maiores números de casos de violência contra a mulher no Rio. Cada unidade atende, em média, 5,6 mil mulheres por mês.
“Queremos que as meninas e mulheres aqui da zona oeste, do Rio de Janeiro e de todo o Brasil possam atravessar essa jornada com mais felicidade e igualdade. É para isso que fazemos a Casa da Mulher Carioca”, afirmou o prefeito Eduardo Paes.
Durante o lançamento do espaço, as mulheres contaram com uma série de serviços gratuitos como oficinas de capacitação; emissão de documentos; inscrição em cursos e para vagas de trabalho; além de atendimentos realizados por equipes da Secretaria de Assistência Social.
“Nosso objetivo é atender todas as mulheres do Rio de Janeiro, com o propósito de garantir vida e dignidade para as cariocas. Essa casa também faz o atendimento de mulheres em situação de violência. Teremos ainda cursos, atividades e muita informação para que elas possam realizar aqui os seus sonhos, para que possamos construir um Rio de Janeiro com a cara das mulheres cariocas”, disse a secretária de Políticas e Promoção da Mulher, Joyce Trindade.
O nome da casa é uma homenagem à cantora Elza Soares, nascida e criada em Vila Vintém, Padre Miguel, que morreu em janeiro deste ano. “Além de ter sido uma artista renomada que levou o nome do bairro e da cidade para o mundo, Elza foi uma mulher à frente de seu tempo como feminista e ativista no antirracismo”, diz a prefeitura.
As outras duas Casas da Mulher Carioca são a Casa Tia Doca, em Madureira, e a Casa Dinah Coutinho, em Realengo, inauguradas em 2016. Desde janeiro deste ano, mais de 50 mil mulheres já foram atendidas, informou a secretaria.v
Direitos Humanos Mais de 3 milhões com benefícios federais são bloqueados em bets
Direitos Humanos Lésbicas cobram saúde integral, trabalho digno e fim de violências
Direitos Humanos Rio de Janeiro tem a segunda maior população de rua do país
Direitos Humanos Entidades publicam carta em defesa da suspensão de lives no Discord
Direitos Humanos Terremoto: Brasil doará 10 toneladas de arroz à Colômbia Direitos Humanos Bets: quatro em cada dez mulheres apostam ou já apostaram online Pesquisa que traçou perfil de apostadoras no Brasil foi divulgada hoje
Direitos Humanos Em 13 anos, MG tirou 5,6 mil pessoas de trabalho análogo à escravidão Mín. 12° Máx. 25°