
Em 33 meses, o Governo do Estado de São Paulo aumentou nove vezes o número de obras concluídas em escolas e creches na região de Presidente Prudente, 300 entregas com investimento de R$ 91,1 milhões. O número representa um avanço de 837,5% em relação a toda a gestão passada (2019-2022), quando foram entregues 32 obras. Também houve um salto de 178% no investimento financeiro, que foi de R$ 32,7 milhões nos quatro anos do governo anterior. O crescimento alcançado reforça o compromisso do governo em transformar a infraestrutura da rede de ensino.
De janeiro de 2023 a setembro de 2025, foram contempladas 104 unidades escolares em 45 cidades. As reformas foram feitas nas quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aulas, telhados e fachadas, além das adequações de acessibilidade e climatização das edificações escolares.
Na rede estadual de ensino, o acompanhamento das obras é de responsabilidade da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). Para o presidente da Fundação, Fabricio Moura Moreira, o aumento indica o propósito em deixar as unidades aptas para os alunos da rede. “A gente está fazendo todos esses investimentos nas unidades escolares que mais precisam da nossa atenção. Depois disso a gente faz um acompanhamento muito de perto de todas essas obras para garantir que as obras não só sejam entregues no prazo combinado, mas com a qualidade esperada pelos nossos estudantes e por toda nossa comunidade escolar”.
Na região de Presidente Prudente, foram entregues três unidades do Programa Creche Escola nos municípios de Dracena, Euclides da Cunha e Nova Guataporanga. Em toda a gestão foram inauguradas 63 creches, com orçamento de R$ 153,2 milhões (obra e mobiliário). Os espaços disponibilizaram 8,1 mil vagas para crianças de zero a cinco anos de idade. As creches são fruto de parceria entre a Seduc-SP e as prefeituras.
Para viabilizar a construção de novas creches, os municípios podem aderir ao Programa Ação Educacional Estado Município Educação Infantil (Paem) ou ao Plano de Ações Integradas do Estado de São Paulo (Painsp). No primeiro caso, Seduc, FDE e prefeituras firmam um termo de convênio, por meio do qual toda a execução do edifício escolar padrão FDE é de responsabilidade da fundação. Já no Painsp é firmado um termo de compromisso entre a Seduc-SP e os municípios, cabendo às prefeituras a contratação e a execução das obras e à FDE a realização de vistorias e acompanhamento da obra.
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