
O festival Mulheres do Mundo - WOW - retorna para sua terceira edição no Rio de Janeiro entre os dias 24 e 26 próximos. O evento será no Complexo da Maré.
Cerca de 150 mulheres convidadas vão se dividir entre rodas de debate, shows, feiras de empreendedorismo e competições esportivas para discutir temas voltados à igualdade de gênero, justiça reprodutiva e questões climáticas.
A iniciativa conta com a presença confirmada de nomes do ativismo político e cultural como a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, as escritoras Conceição Evaristo e Sueli Carneiro, a pajé Japira Pataxó, a ex-ministra da Justiça francesa Christiane Taubira.
Os shows terão Fat Family , Fafá de Belém, Priscila Senna, MC Luanna , Kaê Guajajara e a cantora LGBTQIAP+ BIAB. Os ingressos para o festival estão disponíveis no site oficial do WOW. As apresentações, como todas atrações do festival, são gratuitas.
O Festival Mulheres do Mundo foi criado em 2010 pela diretora e produtora britânica Jude Kelly. Nos últimos 15 anos, passou por 23 países em seis continentes, envolvendo mais de cinco milhões de pessoas em ações que elevam a potência feminina e pensam o futuro.
O Rio de Janeiro, que recebeu as edições de 2018 e 2023, ainda é a única cidade da América Latina a sediar o festival, realizado ambas as vezes na praça Mauá, no centro da cidade. Pela primeira vez, o Mulheres do Mundo acontece nas comunidades.
A promoção é liderada pela Organização Não Governamental (ONG) Redes da Maré, que atua desde 2007 na garantia de direitos e ações voltadas para a população de mais de 140 mil pessoas que residem entre as 15 favelas do Complexo da Maré.
“Realizar um festival do porte do WOW num território de favela é afirmar a importância de olhar para a cidade de uma forma igualitária, se apropriando dos espaços sem barreiras ou fronteiras”, afirma Eliana Sousa Silva, diretora fundadora da Redes da Maré, diretora geral e curadora do Festival Mulheres do Mundo no Brasil.
*Estagiária sob supervisão do jornalista Gilberto Costa
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