Policiais civis deflagraram nesta quarta-feira (5) a Operação Carbono Oculto 86, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.
Pelo menos 49 postos de combustível foram interditados em três estados: Piauí, Maranhão e Tocantins.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) informou que o grupo utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar capitais ilícitos, fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.
“A investigação revelou interconexão direta entre empresários locais e os mesmos fundos e operadores financeiros investigados pela Operação Carbono Oculto , que integrou Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público de São Paulo e PM [Polícia Militar] paulista para desarticular um esquema nacional de lavagem de dinheiro de organizações criminosas.”
Ainda de acordo com a SSP-PI, os 49 postos de combustíveis interditados estão localizados nos seguintes municípios do Piauí: Teresina, Lagoa do Piauí, Demerval Lobão, Miguel Leão, Altos, Picos, Canto do Buriti, Dom Inocêncio, Uruçuí, Parnaíba e São João da Fronteira.
No Maranhão, os estabelecimentos ficavam nas cidades de Peritoró, Caxias, Alto Alegre e São Raimundo das Mangabeiras; além de São Miguel do Tocantins.
São Paulo Governo de SP entrega moradias a 300 famílias removidas de área de risco em São Bernardo do Campo
São Paulo Tabela SUS Paulista aumenta oferta de exames e impulsiona atendimento do câncer no Estado
Geral Cristo Redentor terá novas escadas e elevadores de acesso
Geral Marina Silva recebe maior condecoração da França em Brasília
São Paulo Governo de SP e Prefeitura consolidam revitalização do centro da capital com nova Praça do Triunfo
Geral Ministério da Justiça inaugura escritório antifacção em SP
São Paulo Grávida entra em trabalho de parto e bebê nasce em base de atendimento da Concessionária Novo Litoral, na Rodovia Mogi-Bertioga
São Paulo Defesa Civil de São Paulo vistoria hospital interditado após terremoto e libera retorno dos atendimentos na Venezuela
São Paulo PGFN e PGE/SP pedem falência por dívida de R$ 15,7 bi Mín. 17° Máx. 27°