
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (17) que a Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendeu a decisão que proibiu a cobrança da alíquota de 12% de imposto sobre a exportação de petróleo.
A decisão foi proferida pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho.
O magistrado concordou com os argumentos apresentados pela AGU, que alegou que a proibição de cobrança pode causar grave lesão à economia.
A cobrança do imposto foi questionada na Justiça por cinco empresas multinacionais de petróleo: Total Energies (França), Repsol Sinopec (Espanha e China), Petrogal (Portugal), Shell (anglo-holandesa) e Equinor (Noruega).
“As impetrantes possuem plena capacidade econômica para arcar com a exigência tributária, bem como poderão pleitear repetição de indébito, caso a juridicidade da exigência não se confirme ao final”, decidiu o desembargador.
A cobrança de 12% de Imposto de Exportação consta na Medida Provisória (MP) 1.340/2026 , publicada em 12 de março.
A MP foi editada pelo governo federal como uma tentativa de conter a escalada no preço de derivados de petróleo no país , notadamente o óleo diesel, em meio à guerra no Oriente Médio, que levou distúrbios à cadeia produtiva do petróleo, diminuindo a oferta do óleo.
Justiça Moraes nega pedido para que Bolsonaro receba filhos no Dia dos Pais
Justiça STM determina perda de patente de militar acusado de transmitir HIV
Justiça STF julga recursos contra partes da decisão que anulou marco temporal
Justiça AGU pedirá na Justiça a retirada do Discord do ar
Justiça Dino aciona PF após TCU apontar R$ 55,4 milhões em emendas suspeitas
Justiça STF muda decisão de Moraes e reduz pena de condenada por 8 de janeiro
Justiça Depoimento de Jaques Wagner à PF é adiado a pedido da defesa Justiça Rio: ex-padre é condenado a 48 anos de prisão por tortura de enteados Padrasto também é acusado de instigação ao suicídio Justiça Pai e madrasta são presos suspeitos de morte de menino de 3 anos no TO IML aponta que Gustavo Feitosa sofreu múltiplas agressões Mín. 18° Máx. 27°