
O Estado de São Paulo criou 183 mil oportunidades de emprego com carteira assinada no 1º trimestre, o equivalente a 2 mil vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.646,63. A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo fixado pelo Governo de São Paulo para o Estado, que alcançará quase 50% de valorização nesta gestão com a nova proposta enviada para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) de R$ 1.874 em 2026.
Em março, foram quase 68 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, São Paulo teve um total de 278,5 mil oportunidades de trabalho.
Assim, o estado criou 30% do total de vagas com carteira assinada do país no 1º trimestre e em março e 23% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 63,5% dos empregos na região Sudeste no 1º trimestre.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,46% em março, 1,25% no trimestre e 1,92% no acumulado de 12 meses.
Março: 67.876
Trimestre: 183.054
Últimos 12 meses: 278.537
Março: 228.208
Trimestre: 613.373
Últimos 12 meses: 1.211.455
Março: 138.027
Trimestre: 288.598
Últimos 12 meses: 478.727
Em março, o estado de São Paulo teve o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.646,63, seguido por Santa Catarina (R$ 2.412,89), Distrito Federal (R$ 2.404,07) e Rio de Janeiro (R$ 2.323,62).
O salário de admissão de São Paulo é 12,6% maior que do Brasil (R$ 2.350,83). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.495,06).
O setor de serviços foi o que mais criou vagas em março – total de 49.475. Dentro do setor se destacam informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (19.131), transporte, armazenagem e correio (14.638) e administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (10.262).
Indústria geral vem em seguida, com 8.197, com destaque para indústria da transformação (7.374). Construção (9.595) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4.756) completam os setores que criaram vagas.
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