A República Islâmica do Irã promete reagir a novos ataques com o fechamento do Estreito de Ormuz para todo o tráfego marítimo e com retaliações em dobro a alvos inimigos, informa a emissora estatal iraniana Press TV .
O aviso do Irã de voltar ao estado beligerante com os Estados Unidos ocorre a menos de um mês após a assinatura de um memorando de entendimento , em 17 de junho, onde os dois países concordavam com o “o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes” e “a não iniciar nenhuma guerra nem qualquer operação militar entre si".
Antes de participar nesta quarta-feira (8) da reunião de cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em Ancara, na Turquia, o presidente estadunidense Donald Trump disse que o entendimento com os iranianos havia acabado. “Não quero lidar com eles”, declarou.
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, acusou os EUA de violar o cessar-fogo .
Segundo a Press TV , do Irã, as tensões no Golfo Pérsico ocorrem após as forças armadas norte-americanas terem realizado ataques contra as bases costeiras e instalações não militares na província de Hormozgan, no sul do Irã, e em Mahshahr, na província do Khuzistão, no sudoeste do país.
Os iranianos informaram que atacaram em retaliação 85 alvos militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait com mísseis e drones.
Conforme a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou à Press TV, os ataques atingiram instalações no Porto Salman, na área da Quinta Frota dos EUA no Bahrein, e na Base Aérea de Ali Al Salem, no Kuwait.
Internacional Itamaraty alerta para risco de EUA usar força militar no Brasil Internacional Entenda audiência nos EUA sobre tarifas de 25% a produtos brasileiros Ao menos 40 entidades e empresas se inscreveram para participar Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela sobe para 2.645 Feridos somam 12.666 até o momento
Internacional Brasil rebate EUA e diz que tarifaço prejudicaria empresas americanas Internacional Acnur pede US$ 14,85 milhões para apoio à Venezuela após terremotos Desastre deixou mais de 2 mil mortos e cerca de 11 mil feridos Mín. 12° Máx. 22°