
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei (PL) 3839/23 , que assegura aos povos indígenas e tradicionais o direito de usar elementos de indumentária tradicional, como cocares e turbantes, em fotografias de documentos oficiais de identificação. A proposta segue agora para análise do Senado.
A utilização de fotografia com indumentária tradicional poderá ser feita em documentos como as carteiras de identidade, de motorista e de trabalho e Previdência Social, além do passaporte, “desde que esses elementos não impeçam o reconhecimento da fisionomia da pessoa” .
O projeto que prevê o uso de elementos que expressem pertencimento a uma comunidade, tradição cultural ou religião é de autoria deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) e a relatoria é da deputada Sônia Guajajara (Psol-SP).
A relatora destacou que a impossibilidade do uso de elementos associados à identidade cultural submete pessoas a constrangimentos, causa sofrimento e viola direitos.
“As alterações legislativas têm potencial para encerrar casos de discriminação na identificação para documentos oficiais, sem representar ônus ao poder público e sem desconsiderar os requisitos de segurança”, afirmou.
O direito deverá ser regulamentado segundo as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.
Direitos Humanos Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial recebe contribuições Direitos Humanos Polícia do Ceará prende João Munhoz, namorado de Isabelle Caracristi Prisão preventiva foi expedido pelo TJ, que mantém o caso em sigilo Direitos Humanos Mãe quer justiça por jovem encontrada morta em condomínio no Ceará Isabelle Caracristi morava com o namorado e parentes deles
Direitos Humanos EBC tem três finalistas no prêmio de jornalismo Vladimir Herzog Direitos Humanos Exposição em SP homenageia padre Júlio e pessoas em situação de rua Mostra é gratuita e estará em exibição até novembro
Direitos Humanos Dia da pessoa com deficiência: arte e movimento desafiam capacitismo
Direitos Humanos Apostas online podem levar ao endividamento rápido, diz pesquisa
Direitos Humanos Cargos de liderança são só 1,5% das vagas para pessoas com deficiência Mín. 14° Máx. 17°